Idade das Trevas
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Idade das Trevas

Veritas et fortitudo, memento mori
 
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 Anão

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pedrogaiao
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MensagemAssunto: Anão    18/9/2010, 17:21


Se por um lado a Tradição Mitológica dos Elfos se propõe a explicar razoavelmente bem a criação deste mundo e o papel de protagonismo que os elfos vieram a desenvolver nele, ela falha grosseiramente ao lidar com o "problema dos anões", que se traduz na ausência de qualquer menção clara à respeito da origem desta raça. Isto é evidenciado pelo fato de que, na Primeira Era, os elfos criam ser a única raça inteligente deste mundo, privilégio do qual eles demonstravam ser bastante orgulhosos. Os anões, portanto, seriam uma espécie de criação apócrifa que, senão ameaça, ao menos põe em cheque a completude que as tradições élficas alegam ter sobre os acontecimentos dos primeiros tempos. Mas se isto já se apresentasse como motivo suficiente para promover algum atrito entre ambas as raças, de forma certa forma nem os próprios anões parecem ter uma linearidade neste relato, alternando entre uma série de narrativas mitológicas das quais se destacam duas grandes tradições. A primeira, conformada com as tradições pagãs germânicas, afirma que os anões surgiram do produto do sangue e dos ossos do ser primordial conhecido, dentre outros nomes, como Ymir, ao qual também se acredita ter originado a raça dos gigantes; e embora esta possa ser considerada a tradição principal, algumas variações regionais também afirmam que, embora os anões tenham sido criados a partir do corpo de Ymir, eles teriam sido, à princípio, antes de serem dotados de razão pelos deuses, criaturas semelhantes aos vermes que se banqueteavam da carne do ser primordial. A outra grande tradição afirma que os anões teriam sido formados à partir da rocha e da terra, pelas mãos da própria entidade divina que criou o mundo - alegadamente a mesma venerada pelos elfos - e deixados em gestação dentro das montanhas, de onde mais tarde haveriam de emergir, tornando-se verdadeiros filhos-da-rocha graças às montanhas que desde antes de seu nascituro os haviam protegido. Devido à existência dessas contradições, os sacerdotes de uma determinada tradição se justificam acusando os sacerdotes da outra de estarem defendendo uma mitologia que foi corrompida pelos seus pais. Assim, a primeira tradição descrita seria uma derivação profana das crenças dos selvagens - ie. os bárbaros germânicos - ao ponto de não haver dissociação entre o credo de um ou outro, também expresso, em pequenas contradições locais que comprometem a concordância e confiabilidade da narrativa; já a segunda seria um uma bastardia direta da mitologia corrompida dos elfos, sincretismo esse que não apenas deprecia o povo anão como também se fundamenta na tradição pueril, incompleta e tendenciosa dos elfos, criando um credo submisso àqueles seres presunçosos. Mas apesar dos apesares, este debate nunca tomou proporções acaloradas como costuma ocorrer nas sociedades humanas, já que os anões nunca foram uma raça particularmente fervorosa nas suas crenças religiosas.

Mas ainda que surjam grandes divergências em boa parte do seus relatos originários, os anões costumam concordar ao menos num aspecto de toda essa prosa: Os Sete Antigos Patriarcas que originaram as Sete Dinastias, as quais governam cada um dos Sete Reinos Anões. Segundo a mitologia comum, a força divina responsável pela criação dos anões, seja ela qual for, havia separado sete regentes dentre os primeiros anões para governá-los e guiá-los na jornada que os levou a se espalhar pelo mundo; tais líderes, em certas narrativas, seriam na verdade os primeiros anões a serem moldados por essa entidade divina, assim como os primeiros anões a despertarem, reforçando ainda mais seu papel de liderança por meio da primogenitura. Assim, após o divino ter cuidado dos anões em seu primeiro século e lhes ensinado o que hoje se concebe como suas aptidões naturais (eg. domínio de mineração, metalurgia, alvenaria etc), os sete povos haveriam de se espalhar pelo mundo, lançando as bases para a fundação dos mesmos reinos que subsistiriam até os dias de hoje, cada qual ainda sendo regidos por descendentes dos Sete Antigos Patriarcas, tornando cada uma das dinastias reais parte dessa sucessão mitológica ininterrupta, a qual é vista como uma evidência do favor divino em seus governos. Tais monarquias, como é do costume anão, são eletivas, o que significa dizer que uma Assembléia de Eleitores, composta por representantes das principais famílias do reino, tem o privilégio de escolher o próximo monarca dentre os filhos do rei anterior ou de seus parentes próximos. Apesar de não haver um critério restritivo, dá-se preferência aos filhos e só então aos parentes próximos durante o processo eletivo; no entanto, nem sempre isto se mostra como realidade, já que a própria eleição pode se tornar um tanto conturbada, com duelos entre elegíveis podendo ser votados como meio válido de sanar disputas acirradas. Em todo caso, uma vez que a Assembléia aponte o novo monarca, tal decisão deve ser acatada por todo o reino como incontestável. Não que isso, é claro, impeça que uma ou outra cidade se aproveite de animosidades para declarar independência; muitas das atuais cidades-Estados anãs devem sua soberania à tais atos de separatismo e à resistência sucessiva das retaliações bélicas do novo rei, que tem por hábito iniciar seu reinado pondo fim à uma ou outra cidade rebelde.

Fato pouco conhecido, no entanto, é que manter uma dinastia ininterrupta por tantos séculos dentro da raça anã é uma tarefa ainda mais hérculea do que seu equivalente em um potentado humano; de fato, enquanto humanos são uma raça universalmente conhecida pela sua alta taxa de reprodução, as sociedades anãs não raramente apresentam uma crescimento populacional estagnado, quando não regressivo; de forma que mesmo quando se observa algum crescimento, este costuma se apresentar demasiado modesto para realmente alterar o panorama demográfico presente. Embora tal evento possa ser atribuído à inúmeros fatores, sua causa primária é baixa taxa de reprodução dos anões. Não que eles sejam estéreis ou pouco viris, mas é sabido que uma gigantesca parcela da população de uma sociedade anã é masculina, compondo cerca de dois terços de seus números em censos gerais. Assim, somente uma pequena porção deste anões pode ter o privilégio de casar-se com uma fêmea e gerar descendentes, que também não chegam a ser tão numerosos quanto em uma família humana. Para assegurar a continuidade da dinastia reinante, tendo em vista o panorama de gênero predominante, apenas o monarca tem a regalia de tomar muitas esposas, geralmente três ou quatro, para assegurar a continuidade de sua semente. Esta realidade é tão verdadeira que muitos humanos ignorantes creem que os anões seriam todos da virilidade, sem nenhuma fêmea dentre os seus; segundo os boatos infundados do populacho, anões "brotariam" do próprio solo, como fazem as ervas daninhas; tais boatos, no entanto, provavelmente seriam fruto de pífio e deturpado saber sobre uma das grande tradições da origem dos anões, que afirma que os primeiros anões teriam sido gerido no ventre das montanhas e emergidos do seu solo ao nascerem; de qualquer forma, isto só teria sido verdade para os primeiros anões, que desde seu gênese passaram se reproduzir da forma tradicional, conquanto não se possa culpar de todo a ignorância humana quanto muitos deles sequer distinguiriam uma fêmea de um macho quando as diferenças das barbas são poucas.

Com poucas perspectivas de constituição familiar, muitos dos anões que não dispõem do prestígio ou dos meios financeiros para casar-se acabam encontrando na vida militar seu principal escape; seja para contornar o panorama amargo que a natureza cruel lhes legou ou simplesmente para direcionar sua agressividade nos campos de batalha. Talvez não seja errôneo acreditar que muito do temperamento anão deriva desse desejo de reafirmação de virilidade, a qual é expressa em seus hábitos rudes, teimosos e esquentados, mas que também é manisfestada em coragem, diligência, lealdade e honra. Assim, seus três vícios e suas quatro virtudes compõe o que se entende como os sete pilares da civilização anã. Dessa forma,















If the dwarves have a weakness, it is their low rate of birth. While humans and especially orcs breed and breed, dwarves reproduce much more slowly. Their population growth is often stagnant or regressive. They are long-lived, which helps, but they cannot replace the dead quickly. This can have fateful repercussions for dwarf city-states in times of war. Orcs can lose an entire army and be back with a new one in a few years. When a dwarf war host suffers severe casualties, this can send its city-state into a death spiral it may never recover from.

Dwarf generals must always bear this in mind, and it can lead to tactics that other races deem overly cautious.










Anões são um povo tipicamente urbano



alegoria da roda: metrópole imensas interligada à outposts como aros de uma roda;
maioria das cidades é feita dentro das montanhas, as que não são menores e menos importantes;
raramente ocupam campo aberto, o que dificulta a produção de alimentos;
minorias de faunos nos arredores;
cidades anãs são densamente habitadas, ao passo que não costumam ser distribuidos uniformemente por seu território;
cidades governadas por Senados compostos pelas guildas;
aristocracia controla as guildas;
cidades anãs tem atividade bancária intensa e dependem do comércio de alimentos com os reinos humanos;

todo anão tem algum tipo de treinamento básico com armas;
toda cidade anã tem seu próprio standing army composto pela Infantaria Pesada; Infantaria Leve usada para reforçar zonas de risco por contratos anuais; Levies podem ser recrutados nas cidades;
legiões anãs perderam influência devido ao combate intenso com os orcs;

um terço da população anã é feminina, apenas o Rei pode praticar poligamia;
a mão de uma mulher anã custa caro -> guerreiros e ideias de masculinidade;




Cidades Estado na Boêmia, aproximação com os Hussitas.


























Baixos e atarracados, são excelentes guerreiros e muito habilidosos com esculturas e armas de metal. São fortes, teimosos e rabugentos, sempre dispostos a arrumar encrencas com forasteiros. Anões tradicionais medem entre 1,30 e 1,50m e pesam em torno de 50,00 a 80,00 kg, sendo muito corpulentos e musculosos, apesar da baixa estatura, chegando viver até 250 anos. Os Anões são extremamente orgulhosos de suas barbas: Cortar, queimar ou fazer qualquer tipo de ação contra a barba de um anão é pedir uma morte lenta e dolorosa. Suas armas preferidas são martelos e machados


Ambientações: Reinos Anões, Quaisquer Metrópoles de Reinos Humanos

Habilidades: Enxergar na Penumbra, HP (+150), VT (+250)

Perícias Favoráveis: Machado

Testes: +2 F, +1 R, -1 D, -1  CAR

Capacidade de Carga: 200

Classes Favoritas: Guerreiro, Armeiro

Desvantagens: Inimizade (Elfos; Orcs; Duegares)

_________________
"Há três coisas que todo homem sábio deve temer: o mar em uma tempestade, uma noite sem lua e a ira de um homem gentil"

"A knight in shining armor is a man who has never had his metal truly tested. For your armor after battle tells the story of who you truly are"

"O que é a honra comparado ao amor de uma mulher? O que é o dever contra sentir um filho recém-nascido nos braços ... ou a memoria do sorriso de um irmão? Um covarde pode ser tão bravo como qualquer homem quando não a nada a temer. E todos cumprimos nosso dever quando não há um preço. Como parece fácil então seguir o caminho da honra. Mas, cedo ou tarde na vida de todos os homens ... chega um dia em que não é fácil, um dia em que ele tem de escolher ... "

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Anão
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