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 Alto Elfo

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pedrogaiao
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MensagemAssunto: Alto Elfo   18/9/2010, 22:17


Segundo conta a Tradição Élfica, os altos elfos foram os primeiros a despertar, sendo portanto a raça mais antiga deste mundo. Mais do que honra, tal primogenitura foi banhada nos primeiros mistérios da contemplação, tornando-lhes, mesmo para elfos, indivíduos extremamente sensíveis ao seu ambiente e a essência da magia em si. A partir de seu despertar, os altos elfos galgaram em seu processo de edificação cultural, produzindo fabulosas realizações na filosofia, arquitetura, música, metalurgia e magia. De tão grandiosas e autênticas, tais conquistas moldaram no seu povo uma mentalidade extremamente fechada às culturas e filosofias heterogêneas, tornando-lhes receosos de saírem das suas zonas de conforto para experimentarem algo novo e desconhecido que pudesse ameaçar seu status quo. Sua ancestralidade, no entanto, foi reverenciada pelos elfos mais jovens, que mesmo no presente dia ainda valorizam a voz e sabedoria dos altos elfos; mesmo porque, foi durante o despertar dos elfos mais jovens que os altos vieram a tutoria-los, ensinando-lhes uma quantidade substancial de cultura até aqueles presumirem que já estariam em condições de caminhar com as próprias pernas. No entanto, assim como vêm a puberdade, tarda o arrependimento: o desfecho da Guerra dos Mil Anos, travada pelos reinos autônomos dos novos elfos, concluir-se-ia na formação de uma comunidade de nações encabeçada por uma monarquia dos altos elfos, ainda enclausurados em sua terra natal, Ishi Dorthore. Esse produto de acontecimentos seguida pelo resgate de uma imensa valorização certamente nutriu um ego altivo e uma personalidade que muitas vezes soa como arrogante ou, no mínimo, introvertida. Eles costumam enxergam outras raças como incivilizadas, mas não tem por hábito manifestar tal opinião em público por dar a impressão de deselegância; a menos que se trate de anões, cujos hábitos são considerados demasiadamente grosseiros para serem desculpados por mero decoro. Por esses motivos, outras raças os veem como xenófobos e extremamente antipáticos, já que a vasta maioria deles se abstém de relacionamentos sociais com não-elfos e não tem por hábito oferecer à eles o mesmo tipo de tratamento dado aos seus "irmãos elfos".

A sua sociedade é extremamente homogênea e estratificada, voltada para o saber e interessada na continuidade das coisas. Rejeitam-se ideais de paixão, desejo, imprudência e aventura. O amor é praticado de forma platônica, contemplativa e sincera, não centrado na coabitação e na gestação de descendentes. Isto também por gerar, mais em tom de escárnio do que por observação clínica, boatos e piadas sobre sua aparente esterilidade; o motivo, como se poderia imaginar, está relacionado aos infrequentes casos de natalidade, que não raramente ocorrem uma vez a cada trinta ou cinquenta anos em suas sociedades. Mais do que qualquer outra raça, altos elfos são extremamente criteriosos na seleção de parceiros, o que explica em grande parte o porquê de casamentos arranjados serem a única forma contemplada de matrimônio, embora menos motivados por prestígio e riquezas e mais pela busca de cônjuges de sangue e de personalidade atrativa; assim como um provérbio de seu povo descreve, a gentileza de um matrimônio encontra-se na experiência de amar àquele que se desconhece do que unir-se a um conhecido amado para contrair matrimônio. Assim, os mestiços e os menos esbeltos costumam ser discriminados e segregados em sua sociedade, o que leva muitos destes à exilar-se para conviver com seus primos. Uma minoria de altos elfos que também não se encaixam nas conformidades da sociedade costumam se mudar para comunidades de outros elfos ou, nos casos mais "imprudentes", optam por se aventurar mundo à fora.

Por não serem dotados de uma constituição física imponente e por estarem longe de possuir uma natureza agressiva e belicista, a maioria dos altos elfos opta ocupar-se em áreas que envolvem artesanato, magia, alquimia ou estudo em geral. O oficio militar, mais comum entre outros elfos, é pouco popular entre os Altos Elfos, pois sua cultura tende a acreditar que guerras e conflitos são produto de mentalidades mesquinhas e de culturas retrógradas. Ainda assim, por menos expressivo que seja, a cultura militar ainda existe, já que ela ainda é necessária. Mas, apesar dessa cultura militar ser indiscutivelmente impopular, os poucos dentre os que escolhem tal destino são conhecidos pela vasta competência, fruto de anos e até mesmo décadas de treinamento e batalhas travadas. Assim, por mais que Ishi Dorthore tenha uma quantidade razoavelmente modesta de guerreiros entre os seus, eles situam-se entre os mais poderosos de todas as raças, sendo particularmente conceituados por suas proezas em duelos. O seu arsenal de armas, assim como outros aspectos de sua cultura, refletem apropriadamente os princípios de uma sociedade que valoriza a leveza, a beleza e a sofisticação. Logicamente, as espadas exercem o papel predominante entre este povo, graças à um traço especial que nem os próprios elfos conseguem definir com clareza: "algo tão claro quanto qualquer forma geométrica e no entanto tão abstrato quanto qualquer dogma". O apelo inexprimível das espadas ganhou correspondência na sua sociedade, sendo presentes nas mais diversas formas, embora faça-se menção de destaque às rapieiras e todas as escolas que dela derivam. Embora não tão populares, armas como arcos, glaives e partazanas também ocupam algum espaço neste arsenal, ao passo que tudo o que foge dessa nomenclatura é virtualmente inexistente entre os indivíduos desta espécie. Os altos elfos costumam ser mais tradicionalistas com relação às armaduras, optando por não usar nenhuma espécie de proteção que fuja muito de suas proteções tradicionais, como as armaduras de escamas; é claro que até existem armaduras mais pesadas ao molde do que produzido pelos seus primos, mas estas são apenas mais incomuns.

A longevidade de um alto elfo é lendária, comparável a de dragões, não raramente ultrapassando os 1.000 anos de idade, embora ainda existam aqueles que ainda não saciaram sua sede de conhecimentos e, portanto, nunca perderam a vontade de viver. Em questão de aparência, altos elfos são facilmente identificáveis e costumam chamar a atenção por onde quer que passem, o que os tornam péssimos para qualquer ofício que demande discrição. Eles são esguios, altos, graciosos e de complexão delicada, até mesmo para padrões de outros elfos. Seu exótico tom de pele varia entre tons de amarelo-dourado fosco ou verde-amarelado que, segundo os elfos, é a marca de sua eugenia racial. Os olhos possuem uma esclerótica de cor amarelada quase semelhante a sua pele, com íris que variam entre os tons de oliva, esmeralda, âmbar, damasco e castanho claro. Seus cabelos são sempre louros, variando entre os tons mais esbranquiçados e cor de palha aos mais vívidos tons de ouro. Uma outra característica típica dos altos elfos, que os diferem de outros de sua raça, denota-se pela presença de barbas lisas que costumam aparecer quando um alto elfo atinge sua maturidade completa; no entanto, elas sempre se manterão joviais e majestosas por toda a vida.


Ambientações: Reinos Élficos Unidos

Habilidades: Enxergar na Penumbra, Concentrar Magia (1Xp/btl)/Precisão Élfica (2Xp/d), Imunidade às Magias de Sono, Aptidão Mágica, MP (+250), Conhecimento - Escolha 1

Perícias Favoráveis: Espadas

Testes: +1 PSP, -1 F, -2 R, +1D, +2 INT, +2 HAB

Capacidade de Carga: 100

Classes Favoritas: Alquimista, Artífice, Escriba, Mago, Espadachim, Swashbuckler

Desvantagens: Vulnerável (Magias de Escuridão), Inimizade (Não-Élficos)

_________________
"Há três coisas que todo homem sábio deve temer: o mar em uma tempestade, uma noite sem lua e a ira de um homem gentil"

"A knight in shining armor is a man who has never had his metal truly tested. For your armor after battle tells the story of who you truly are"

"O que é a honra comparado ao amor de uma mulher? O que é o dever contra sentir um filho recém-nascido nos braços ... ou a memoria do sorriso de um irmão? Um covarde pode ser tão bravo como qualquer homem quando não a nada a temer. E todos cumprimos nosso dever quando não há um preço. Como parece fácil então seguir o caminho da honra. Mas, cedo ou tarde na vida de todos os homens ... chega um dia em que não é fácil, um dia em que ele tem de escolher ... "

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